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A revista

 

IMPRESSÕES, publicação da Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais, chegou a sua 11° edição nessa semana, trazendo reportagens a respeito dos avanços da perícia papiloscópica nos meios acadêmico e policial, das tecnologias desenvolvidas na Polícia Federal na área da papiloscopia, além de matérias sobre projetos em andamento. A publicação apresenta ainda uma entrevista com Papiloscopista Policial Federal, que retornou recentemente de missão como oficial de ligação no escritório da Interpol em Lyon, na França.

 

 

 

 
5 de Fevereiro: Dia do Papiloscopista!
 
Desejo parabenizar a todos os colegas papiloscopistas, agradecendo a estes servidores peritos em identificação por sua contribuição para a segurança pública.
 
O Papiloscopista é pouco conhecido, porque a imprensa somente se refere a ele como "peritos criminais", esquecendo que são uma espécie daquele gênero de peritos. Na verdade, junto com os médicos legistas, são os peritos oficiais mais antigos no Brasil, que implantou a papiloscopia pelo Decreto 4.764 de 1903, há 114 anos!
 
Têm entre suas atribuições a de realizar perícias papiloscópicas, revelando fragmentos de digitais em locais de crime e elaborar os respectivos laudos, indicando a autoria de inúmeros delitos ou identificando vítimas (necropapiloscopia), bem como a Representação Facial Humana, que engloba o retrato falado, exame prosopográfico (reconhecimento facial), projeção de envelhecimento, de disfarces e reconstituição facial digital.
 
Conheça algumas atuações dos Papiloscopistas da PF em casos de grande repercussão:
 
Na necropapiloscopia: identificação das vítimas dos acidentes aéreos envolvendo o Ministro do STF Teori Zavascki, Delegação da Chapecoense, do candidato Eduardo Campos, Air France voo 447, enchentes na região serrana do Rio de Janeiro e Terremoto no Peru.
 
Em locais de crime: Furto Milionário através de túnel ao Banco Central do Ceará (2005), Furto de cocaína e euros da Superintendência da PF no RJ (2005), Incêndio Criminoso no alojamento de negros africanos na UNB (2008), Carta Bomba ao Itamaraty (1995), Assalto de barras de ouro no Aeroporto de Brasília (2003), Furto de notebooks em Contêiner da Petrobras (2008); Caso Auditor-Fiscal evadindo-se com nome falso em passaporte (2014); Caso Henrique Pizolatto (2014); Criminosos tentando trabalhar como segurança dos estádios da Copa do Mundo (2014); Identificação de procurados da INTERPOL durante os Jogos Olímpicos Rio 2016; etc.
 
A data comemorativa foi instituída em 1963 pelo Decreto Presidencial nº 52.871 quando o Presidente da República João Goulart, reconheceu o dia 05 de Fevereiro como o dia do Dactiloscopista Brasileiro. 

No mês de janeiro de 2017 a ASBRAPP - Associação Brasiliense de Peritos Papiloscopistas - lançou um vídeo de sua inciativa abordando resumidamente as atividades desenvolvidas pelos peritos em papiloscopia.

Para conhecer o site da ASBRAPP, clique aqui.

Para ver o acervo de vídeos da ASBRAPP, clique aqui.

 

O Sistema Alethia, de autenticação biométrica da PF, impediu a entrada no Brasil de um estrangeiro, procurado pela Interpol, no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Trata-se de um homem, de 46 anos e foragido do Qatar, onde foi condenado há seis meses de prisão. A ação ocorreu em 28 de julho, mas só agora foi divulgada. 
 
A partir das informações do Alethia, nome que significa “aquele não conhece a mentira”, o estrangeiro foi retirado da fila e encaminhado a uma área reservada, para a conferência de sua identificação.
 
Papiloscopistas Policiais Federais realizaram os exames e confirmaram a identidade do estrangeiro, que foi encaminhado para o delegado responsável. Como seu nome se encontra na lista de difusão vermelha da Interpol, foi impedido de entrar no território nacional.
 
O sistema é utilizado nos principais aeroportos do País no controle de entrada dos estrangeiros, que estão tendo suas biometrias comparadas com as listas de difusão de procurados e terroristas da Interpol.
 
Também está sendo utilizado na fiscalização dos vigilantes contratados para fazer a segurança nos estádios dos jogos, garantindo que são os mesmos que passaram previamente por cadastro e verificação de antecedentes criminais nas unidades da PF.
 
O Sistema, que funciona como um mini-AFIS (sigla em inglês para Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais, em tradução livre), não garante 100% de certeza na identificação. Apenas informa que determinada impressão é semelhante e apresenta um “placar” (score, em inglês) de similitude. A partir daquela informação, os PPFs realizam os exames específicos que garantem a identificação do suspeito.
 
O equipamento conta com um kit biométrico móvel, obtido graças a parcerias com a Caixa Econômica Federal e com a Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro, e foi inteiramente desenvolvido por Papiloscopistas Policiais Federais no Instituto Nacional de Identificação da PF, em Brasília.
 

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