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Você já teve curiosidade de saber como são feitos os conhecidos retratos falados de pessoas que praticaram crimes? Matéria especial do programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, mostra o trabalho dos profissionais responsáveis por esse tipo de técnica.
 
Um dos profissionais que o programa entrevistou foi Durval Alcântara, especialista em representação facial que fez o retrato falado de "Alemão", mentor do furto ao Banco Central de Fortaleza.
 
 
 
NOTA
 
A Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais vem a público parabenizar a Associação dos Peritos Papiloscopistas Policiais Civis do Estado de Pernambuco – ASPPAPE, pela vitória obtida junto ao Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, no julgamento do Mandado de Segurança de Nº 0004053-83.2017.8.17.0000 (484716-1). No mérito, além de dar provimento ao mandado, a turma do Tribunal de Justiça deixou claro, à unanimidade dos votos, que a perícia papiloscópica é e sempre foi atribuição exclusiva do Perito Papiloscopista.
 
A ABRAPOL estará sempre ombreada com aqueles que lutam pelo direito absoluto de exercer suas atribuições institucionais e contra aqueles que atuam para a formação de uma espécie de “reserva de mercado” no âmbito da perícia oficial.
 
A valorização e o respeito profissional - e institucional - a todos os cargos que fazem parte da essência das investigações policiais e da persecução criminal são fundamentais para o alcance dos resultados esperados pela sociedade e, principalmente, para o fortalecimento do Estado Democrático de Direito.
 
Brasília, 13 de março de 2018.
 
DIRETORIA EXECUTIVA
 

Papilosocopista da PF é premiada por criar técnica que recuperou impressão digital do dedo decepado e mumificado de criminoso

 

Com formação em Farmácia Bioquímica e Industrial e pós-graduada em Toxicologia, a mineira Luciana Machado Costa, se tornou papiloscopista da Polícia Federal há 13 anos. 
 
“Essa profissão tem tudo a ver com meu desejo de investigar dentro de um laboratório”, comentou a profissional que em sua trajetória se deparou com vários desafios. Como a tentativa de furto a um caixa eletrônico na cidade de Goiabeiras, em 2015, na qual o autor do delito teve o dedo decepado e este ficou na cena do crime, sem que o ato fosse consumado.  
 
O perito da Polícia Civil encaminhou a evidência para o  laboratório da PF a fim de que fosse levantada a impressão digital. “Esse dedo chegou 20 dias depois da coleta e se encontrava muito ressecado, desidratado e dobrado sobre si mesmo. Media cerca de 6 mm x 5 mm. O desafio era conseguir hidratar essa pele, torná-la plana para recuperar o desenho digital desse dedo”, contou a profissional. 
 
Não existia técnica para isso e houve uma intensa pesquisa sobre técnicas de necropapiloscopia. “Fizemos levantamento bibliográfico de técnicas de identificação cadavérica usadas em desastres em massas, terremotos, tsunamis, acidente aéreos e, a partir disso, desenvolvemos uma para aquele tecido que estava mumificado”, explicou a papiloscopista. 
 
Foram utilizados reagentes em soluções criadas especificamente para esse caso. “Conseguimos o desenho digital. Depois foi feito separação das camadas epiteliais e houve a recuperação da impressão com 14 pontos característicos. Isso é mais do que suficiente para identificar alguém. Com oito pontos já é possível. Essa marcação mostra sucesso na técnica, uma certeza absoluta que o dedo pertenceu ao autor do delito”, disse Luciana, acrescentando que foram 20 dias para concluir o trabalho complexo no qual foram utilizadas técnicas de macrofotografias, softwares e editores de imagens. 
 
O resultado desse esforço resultou em dois prêmios: um no Biometrics HITec, evento que reuniu empresas e profissionais que atuam com biometrias, tecnologias e técnicas de identificação humana, em Brasília, em agosto passado e outro  no II Workshop Mineiro de Ciências Forenses, que aconteceu na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, em dezembro. 
 
O reconhecimento deixou Luciana ainda mais estimulada e contente com seu trabalho. “Eu me senti realizada e com a certeza de que investir em pesquisa é o mais importante na minha profissão”. 
 
Fonte: www.portalsp.org.br
 
 

NOTA PÚBLICA

 

A Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais – ABRAPOL, vem se solidarizar com os familiares, bem como com todos aqueles que laboravam com o Policial Miliar MARCOS MARQUES DA SILVA da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, que foi covardemente alvejado em combate por assaltantes de banco na cidade de Santa Margarida na manhã do dia 10 de julho.

 

Homens e mulheres de bem continuarão perdendo suas vidas, enquanto políticas de segurança pública concretas e efetivas não forem implementadas.

 

O povo brasileiro clama por mudanças e por atenção ao estado brasileiro!!!

 
 

Sem perda de tempo, os Papiloscopistas Policiais Federais foram decisivos na identificação das vítimas brasileiras do voo que levava a CHAPE

 

Para a identificação dos corpos dos brasileiros do acidente aéreo que vitimou 71 pessoas na semana passada nas proximidades do aeroporto José Maria Córdova, na Colômbia, o Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses da Colômbia contou com presença de uma equipe de Papiloscopistas Policiais Federais (PPFs) e do Instituto Nacional de Identificação (INI) da Diretoria-Executiva que -em Brasília- montou uma força-tarefa de 11papiloscopistas e dois servidores administrativos que colaboraram com a realização dos exames complementares além de elaborar os laudos periciais.

 

Laudos Prontos

Na quinta-feira (1º/12), às 2h50 da madrugada, todos os 64 laudos papiloscópicos foram concluídos e encaminhados para o Adido Policial da PF e para o Consulado Brasileiro na Colômbia. Havia 77 pessoas a bordo do avião da companhia LaMia, sendo 68 passageiros e nove tripulantes. Seis pessoas conseguiram escapar com vida desta tragédia, quatro brasileiros e dois estrangeiros.

 

ALETHIA

A Polícia Federal mobilizou todos os esforços enviando especialistas em identificação humana, especialmente em biometria das impressões digitais, treinados em DVI – DisasterVictimIdentification (sigla para Identificação de Vítimas de Desastres), que contaram com o módulo portátil do Sistema ALETHIA, que possibilita a Identificação automatizada pelas impressões digitais, desenvolvido por PPFs do INI da Polícia Federal, o qual é capaz de armazenar e comparar fragmentos de impressões papilares, acelerando os exames realizados pelos PPFs, responsáveis pela confirmação final da identificação. O ALETHIA foiutilizado para fiscalização e controle de estrangeiros nos aeroportos brasileirosdas cidades que sediaram jogos olímpicos 2016.

 

Modus Operandi

O Alethia,que significa “aquele que não admite a mentira”, foi carregado com as biometrias das impressões digitais obtidas na base de dados do próprio Instituto Nacional de Identificação e de diversos órgãos oficiais de identificação como Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Detran/RJ.

 

Legado Olímpico dos PPFs

Durante os jogos Rio 2016, o Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, chamou atenção para o Sistema Alethia, afirmando que ele seria um dos grandes legados das Olímpiadas para a sociedade brasileira. O sistema foi fundamental para rapidez com que os corpos foram identificados.

 

Eficiência e orgulho para o Brasil

As autoridades colombianas que ficaram impressionadas com a eficiência do sistema e com o trabalho dos Papiloscopistasda PF, que foram capazes de identificar preliminarmente com precisão e rapidez cinquenta e dois corpos, ou seja, 81,25% do total. Os demais corpos tiveram que ser submetidos a procedimentos técnicos-científicos da necropapiloscopia para concluir a identificação.

 

Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais - ABRAPOL

Brasília, 5 de dezembro de 2016

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA O PROCESSO ELEITORAL DA ABRAPOL BIÊNIO 2016/2018

 

Art.1° - A Diretoria Executiva Nacional, por meio de seu Presidente, no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto art. 30 e seguintes, de 19 de março de 2007, convoca por este instrumento, eleições gerais para o biênio 2016 e 2018, conforme normas estabelecidas no Estatuto vigente a ser realizada no dia 28 de abril de 2016, das 09 (nove) às 17 (dezessete) horas.

 

Download do Edital

Sistema de Gestão de Votação da ABRAPOL - SIGEV

Nota Oficial
 
Na tarde desta quinta-feira, 11, as entidades representativas dos cargos da Polícia Federal reuniram-se com o Diretor Geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, para apresentar uma pauta comum que visa o fortalecimento institucional da Policia Federal. 
 
O documento final que, se implantado na íntegra, trará reforço relevante ao combate à corrupção e ao crime organizado, foi assinado no último dia 29, pela ABRAPOL, ADPF, ANEPF, ANSEF, APCF, FENADEPOL e FENAPEF. 
 
O Diretor-Geral manifestou sua satisfação em participar do processo histórico e em ver o entendimento das categorias em torno de um objetivo comum. Informou ainda que levará as propostas das entidades ao Ministério da Justiça para os devidos encaminhamentos.
 
Paulo Ayran
Presidente
ABRAPOL
As entidades acima mencionadas informam que se reuniram no dia 18.01, na sede da APCF, para discutir a construção de pauta comum para a negociação salarial.
 
Restou acordado que as entidades buscarão apresentar ao Ministério da Justiça uma "pauta comum" contendo itens de consenso e que fortaleçam a Polícia Federal.
 
As entidades também reservaram o direito de incluir pautas específicas em cada termo de acordo que será negociado com o governo de forma individualizada em "mesa" própria de cada categoria.
 
No dia 21.01 haverá nova reunião para definição da "pauta comum".
 
Uma parceria entre a Accenture e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (UNHCR em Inglês) disponibilizará, em todo o mundo, um sistema unificado de registro e identificação de pessoas desaparecidas, permitindo que a entidade ofereça a elas assistência necessária, onde e quando for necessário.
 
Com duração de três anos, o acordo firmado implementará o Sistema de Gerenciamento de Identidade Biométrica (BIMS) da Accenture em suas operações globais. O sistema registra e armazena as impressões digitais, dados da íris e imagens faciais de indivíduos, fornecendo um registro de identificação pessoal.
 
A implementação do BIMS já foi iniciada em campos de refugiados na Tailândia e em Chade. A expansão da solução em Chade permitirá o cadastro e a identificação formal de 450.000 pessoas que residem em mais de 19 abrigos. Até o momento, mais de 100 mil residentes em Chade e mais de 120 mil pessoas em nove campos na Tailândia tiveram suas identidades verificadas, aproximadamente 2.500 cadastros por dia.
 
O BIMS potencializa as capacidades da Plataforma Única de Serviços de Identificação (UISP), um software desenvolvido pela Accenture, utilizado em conjunto com o atual sistema de gerenciamento de casos da UNHCR. O sistema conecta as estações de verificação nos escritórios e campos das unidades das Nações Unidas no mundo inteiro de volta a um banco de dados central de biometria em Geneva. A Accenture também fará a manutenção contínua do sistema e treinamento dos usuários que utilizarão o BIMS.
 
"Na fuga de conflitos, enfrentando situações extremas, os refugiados perdem seus documentos ou tem os mesmos confiscados pelas autoridades", diz Steven Corliss, diretor do Programa e Suporte de Gerenciamento da divisão de refugiados das Nações Unidas. "Com o Sistema de Gerenciamento de Identidade Biométrica da Accenture, utilizamos tecnologia avançada para garantir e preservar a identidade dessas pessoas desde o momento em que elas se registram na UNHCR até encontrarem uma solução para voltar para casa, se integrarem no país onde encontraram proteção ou se estabelecerem em outra localidade".
 
Ger Daly, diretor global de negócios de Segurança Pública da Accenture, diz que "este é um grande exemplo de como usar inovação digital para melhorar a vida das pessoas e fazer uma real diferença no mundo. Aplicando as tecnologias emergentes na captura de dados biométricos e combinando os dados em larga escala, o BIMS ajudará a UNHCR a registrar e identificar pessoas desaparecidas e será um canal de fornecimento de ajuda às pessoas que mais precisam".
 
Uma versão inicial do BIMS foi utilizada experimentalmente com sucesso no campo de refugiados Dzaleka em Malawi em 2013, apesar dos desafios técnicos e logísticos na manutenção de energia, equipamentos e conectividade on-line em áreas remotas. Durante o programa piloto, que durou quatro semanas, mais de 17 mil pessoas cadastraram seus dados biométricos e tiveram suas identidades verificadas. Os resultados demonstraram a viabilidade do gerenciamento biométrico em condições de campo altamente desafiadoras para a captura de dados biométricos.
 
"Após rever os resultados do teste em Malawi e sugerir melhoras, estamos seguindo em frente e implementando um sistema de biometria único global para a agência que é rápido, intuitivo, seguro, portátil e durável em ambientes variados e desafiadores", diz Doug Greene, diretor de informações das Nações Unidas. "Iniciamos agora uma implantação global do sistema, começando na Tailândia e em Chade."
 
A Accenture está trabalhando com outros fornecedores nos projetos, incluindo a WCC Smart Search & Match, Green Bit, GenKey, Warwick Warp, IriTech, SmartSensors e Cognitec.
 
 

 

Texto vai à sanção e prevê punição maior também em caso de lesão. Proposta prevê ainda pena mais dura para crimes contra familiares deles.

 
O Senado aprovou nesta quinta-feira (11) projeto de lei que torna crime hediondo o assassinato e a lesão corporal praticados contra policiais, bombeiros e militares no exercício da função. Os crimes hediondos são cumpridos obrigatoriamente em regime inicialmente fechado, ou seja, o condenado deve passar dia e noite na cadeia.
 
A proposta já havia sido aprovada pelo Senado e foi enviada à Câmara dos Deputados. Na Casa, porém, sofreu alterações e teve de ser submetido a nova análise dos senadores. Com a nova aprovação, o texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.
 
Fonte: G1.Globo
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