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A parceria entre a Biometrics HITech, a FENAPPI – Federação Nacional dos Peritos em Papiloscopia e Identificação e a ASBRAPP – Associação Brasiliense de Peritos Papiloscopistas, não poderia resultar em algo melhor para empresas e profissionais que atuam com biometrias, tecnologias e técnicas de identificação humana: em 2017, o Biometrics HITech e o XIV CBI Congresso Brasileiro de Identificação serão realizados em conjunto.

Maior, melhor e com mais atrações. É dessa forma que o evento transformará Brasília na capital nacional da biometria e da identificação humana. Entre 29 e 31 de Agosto de 2017, o hotel Royal Tulip Brasília Alvorada será palco para o maior evento brasileiro especializado no tema.

Para mais informações acesse o site do evento clicando aqui.

Conheça as condições especiais de inscrição no evento para associados ABRAPOL, envie um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Sexta, 03 Fevereiro 2017 21:12

Papiloscopista, parabéns pelo seu dia!

5 de Fevereiro: Dia do Papiloscopista!
 
Desejo parabenizar a todos os colegas papiloscopistas, agradecendo a estes servidores peritos em identificação por sua contribuição para a segurança pública.
 
O Papiloscopista é pouco conhecido, porque a imprensa somente se refere a ele como "peritos criminais", esquecendo que são uma espécie daquele gênero de peritos. Na verdade, junto com os médicos legistas, são os peritos oficiais mais antigos no Brasil, que implantou a papiloscopia pelo Decreto 4.764 de 1903, há 114 anos!
 
Têm entre suas atribuições a de realizar perícias papiloscópicas, revelando fragmentos de digitais em locais de crime e elaborar os respectivos laudos, indicando a autoria de inúmeros delitos ou identificando vítimas (necropapiloscopia), bem como a Representação Facial Humana, que engloba o retrato falado, exame prosopográfico (reconhecimento facial), projeção de envelhecimento, de disfarces e reconstituição facial digital.
 
Conheça algumas atuações dos Papiloscopistas da PF em casos de grande repercussão:
 
Na necropapiloscopia: identificação das vítimas dos acidentes aéreos envolvendo o Ministro do STF Teori Zavascki, Delegação da Chapecoense, do candidato Eduardo Campos, Air France voo 447, enchentes na região serrana do Rio de Janeiro e Terremoto no Peru.
 
Em locais de crime: Furto Milionário através de túnel ao Banco Central do Ceará (2005), Furto de cocaína e euros da Superintendência da PF no RJ (2005), Incêndio Criminoso no alojamento de negros africanos na UNB (2008), Carta Bomba ao Itamaraty (1995), Assalto de barras de ouro no Aeroporto de Brasília (2003), Furto de notebooks em Contêiner da Petrobras (2008); Caso Auditor-Fiscal evadindo-se com nome falso em passaporte (2014); Caso Henrique Pizolatto (2014); Criminosos tentando trabalhar como segurança dos estádios da Copa do Mundo (2014); Identificação de procurados da INTERPOL durante os Jogos Olímpicos Rio 2016; etc.
 
A data comemorativa foi instituída em 1963 pelo Decreto Presidencial nº 52.871 quando o Presidente da República João Goulart, reconheceu o dia 05 de Fevereiro como o dia do Dactiloscopista Brasileiro. 
O Sistema Alethia, de autenticação biométrica da PF, impediu a entrada no Brasil de um estrangeiro, procurado pela Interpol, no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Trata-se de um homem, de 46 anos e foragido do Qatar, onde foi condenado há seis meses de prisão. A ação ocorreu em 28 de julho, mas só agora foi divulgada. 
 
A partir das informações do Alethia, nome que significa “aquele não conhece a mentira”, o estrangeiro foi retirado da fila e encaminhado a uma área reservada, para a conferência de sua identificação.
 
Papiloscopistas Policiais Federais realizaram os exames e confirmaram a identidade do estrangeiro, que foi encaminhado para o delegado responsável. Como seu nome se encontra na lista de difusão vermelha da Interpol, foi impedido de entrar no território nacional.
 
O sistema é utilizado nos principais aeroportos do País no controle de entrada dos estrangeiros, que estão tendo suas biometrias comparadas com as listas de difusão de procurados e terroristas da Interpol.
 
Também está sendo utilizado na fiscalização dos vigilantes contratados para fazer a segurança nos estádios dos jogos, garantindo que são os mesmos que passaram previamente por cadastro e verificação de antecedentes criminais nas unidades da PF.
 
O Sistema, que funciona como um mini-AFIS (sigla em inglês para Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais, em tradução livre), não garante 100% de certeza na identificação. Apenas informa que determinada impressão é semelhante e apresenta um “placar” (score, em inglês) de similitude. A partir daquela informação, os PPFs realizam os exames específicos que garantem a identificação do suspeito.
 
O equipamento conta com um kit biométrico móvel, obtido graças a parcerias com a Caixa Econômica Federal e com a Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro, e foi inteiramente desenvolvido por Papiloscopistas Policiais Federais no Instituto Nacional de Identificação da PF, em Brasília.
 

Abordando a revelação de impressões digitais em cartuchos de munição deflagrados, os resultados da pesquisa poderão orientar os peritos em impressões digitais do Brasil ao processar cartuchos visando à identificação de suspeitos.

Formado em Física e em Direito, Girelli iniciou sua pesquisa em 2013, em Brasília (DF), no Instituto Nacional de Identificação (INI), do Departamento de Polícia Federal. Após dois meses de trabalho na capital federal, em parceria com o Químico e também papiloscopista Policial Federal, Bernardo Lobo, retornou ao Espírito Santo e prosseguiu com o trabalho no Laboratório de Materiais Carbonosos e Plasma Térmico do Departamento de Física da UFES, contando com o apoio de seu orientador professor Francisco Emmerich (meu orientador) e dos professores Jair Freitas e Alfredo Cunha. Após análise de um número significativo de amostras e comparação de diversas técnicas de revelação de impressão digital, o papiloscopista conseguiu identificar a sequência de técnicas mais adequadas para o processamento de cartuchos deflagrados. “Por uma série de motivos, a identificação de suspeitos com base nas impressões digitais reveladas a partir de cartuchos deflagrados é muito difícil. O problema é antigo, não há consenso na literatura científica quanto ao melhor método de revelação a ser aplicado e são raros os casos criminais solucionados nesse sentido. Até então, não havia procedimento padrão no Brasil que orientasse quanto a isso. Agora existe uma pesquisa científica embasada em critérios objetivos e padrões internacionais que preenche essa lacuna”

Para mais, clique aqui.

Para ver o artigo publicado (em inglês), clique aqui.

Uma operação policial estava em andamento em Nice, segundo a emissora "France Info", que a relacionou com um endereço da casa da pessoa identificada.
 
A polícia da França identificou através de impressões digitais o autor do atentado ocorrido na noite de quinta-feira, em Nice, onde pelo menos 84 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas.
 
A emissora francesa lembrou que os investigadores estão contrastando essas impressões digitais com um documento de identidade achado no caminhão e que estava em nome de um cidadão franco-tunisiano de 31 anos, morador de Nice, que tinha antecedentes criminais, mas não era relacionado com grupos terroristas.
 
 

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