Maceió (AL) — A perícia papiloscópica federal voltou a demonstrar seu papel essencial na garantia da justiça e na correção de erros de identificação. Com apoio técnico do Núcleo de Identificação da Polícia Federal em Alagoas (NID/SR/PF/AL), as autoridades conseguiram corrigir a prisão equivocada de uma pessoa inocente em São Paulo, que havia sido detida em decorrência do uso fraudulento de dados pessoais.
A ocorrência se deu porque não houve identificação biométrica no momento do flagrante, o que permitiu que a verdadeira autora do crime se passasse por outra pessoa. A equipe de Papiloscopistas Policiais Federais do NID/AL realizou análises comparativas em bases biométricas e perícias faciais forenses, concluindo que a imagem vinculada ao prontuário usado no delito não correspondia à legítima titular dos documentos.
Os laudos papiloscópicos elaborados pelo NID/AL subsidiaram as investigações e permitiram a identificação correta da verdadeira suspeita, que foi devidamente qualificada e é atualmente procurada pelas autoridades competentes.
O caso evidencia a importância da coleta biométrica padronizada e obrigatória em procedimentos de identificação, a fim de evitar erros com graves consequências pessoais e processuais.
A Polícia Federal em Alagoas destaca que mantém acordo de cooperação técnica voltado à padronização das rotinas de coleta, conferência e verificação biométrica, medida que fortalece a segurança dos processos de identificação e previne a repetição de situações semelhantes.
“A ABRAPOL parabeniza os PPFs do NID/AL pela atuação técnica exemplar, reafirmando o compromisso da categoria com a verdade pericial, a justiça e a excelência científica na área da Identificação Humana.” – PPF Régis, presidente da ABRAPOL