Os laudos elaborados pelo Núcleo de Identificação da Polícia Federal no Espírito Santo (NID/ES) foram fundamentais para o avanço das investigações que resultaram nas prisões realizadas durante a “Operação Mangue Seco”, deflagrada na última quinta-feira (02/10).
Durante as análises periciais, os Papiloscopistas Policiais Federais identificaram impressões digitais em materiais apreendidos na cena de crime, permitindo a identificação de suspeitos e contribuindo diretamente para o cumprimento de mandados de prisão e busca.
Para a realização dos exames, foi utilizado o moderno equipamento multiespectral ForenScope CSI-PRO2 Smartphone, tecnologia que permite a visualização de impressões latentes sob diferentes comprimentos de onda, revelando detalhes antes imperceptíveis.
A Operação Mangue Seco é um desdobramento da apreensão de 1,4 tonelada de cocaína e de um fuzil AR-15 com mira telescópica, ocorrida em uma marina de Guarapari (ES), em abril deste ano.
Na ação desta semana, a Polícia Federal prendeu quatro pessoas e cumpriu três mandados de prisão temporária, um de prisão preventiva e oito de busca e apreensão nos estados do Espírito Santo e Rio Grande do Norte, além de ordens de sequestro de bens. Armas, munições, dinheiro e veículos de luxo foram apreendidos.
O trabalho técnico dos Papiloscopistas do NID/ES reforça a importância da Identificação Humana e da Perícia Papiloscópica nas grandes operações da Polícia Federal, evidenciando o papel estratégico da categoria na produção de provas periciais e na elucidação de crimes de alta complexidade.
“O trabalho do NID/ES na Operação Mangue Seco evidencia o papel essencial do Papiloscopista na busca pela verdade e na defesa da sociedade. A ABRAPOL se orgulha dessa atuação que dignifica a Identificação Humana e a Polícia Federal.” – PPF Régis, presidente da ABRAPOL